Os Romanos Quando o Cristianismo surgiu, durante os primeiros séculos de sua existência , os romanos eram senhores do mundo. Os habitantes deste império o consideravam abrangendo o mundo, pois ignoravam o que existia além de suas fronteiras. Além disso, o mundo romano incluía todas as terras que seriam alcançadas durante os três primeiros séculos da era cristã. O poder desse império foi o mais acentuado, e sua administração mais eficiente nas terras adjacentes do Mediterrâneo , exatamente onde o Cristianismo foi primeiramente implantado. Esse império , que incluía grande parte do gênero humano, foi uma lição objetiva que provava ser a humanidade uma só. O Cristianismo é uma religião de caráter universal , não conhecendo distinções de raça , apelando para os homens simplesmente como homens, tornando todos UM em Cristo. Para tal religião, a preparação mais valiosa foi a unificação de todos os povos sob o poder político de Roma. Além disso , o poder de Roma trouxe uma paz universal, a "Pax Romana". As guerras entre as nações tornaram-se quase impossíveis sobre a égide desse poderoso império. Esta paz entre os povos favoreceu extraordinariamente a disseminação , entre as nações, da religião que pretendia um domínio espiritual universal. É provável que durante os primeiros tempos do Cristianismo o povo se locomovia de uma cidade para outra, ou de um país para outro, muito mais que em qualquer outra época, exceto depois da Idade Média. Os que sabem como as atuais facilidades de transporte têm auxiliado o trabalho missionário, podem compreender o que significava esse estado de coisa para a implantação do Cristianismo. Teria sido impossível ao apóstolo Paulo realizar sua carreira missionária sem essa liberdade e facilidade de trânsito possibilitadas pelo império romano. Os Gregos Ao surgir do Cristianismo, os povos que habitavam as regiões do Mediterrâneo tinham sido influenciados pelo espírito do povo grego. Com seu comércio, os gregos foram a todas as partes. Tão poderosa foi a influência dos gregos que denominamos de greco-romano a este mundo antigo, porque Roma governava politicamente, mas a mentalidade dos povos deste império tinha sido moldada fundamentalmente pelos gregos. Por muitos séculos da era cristã, os gregos foram detentores da vida intelectual mais vigorosa e mais desenvolvida do mundo. Problemas como a origem do significado do mundo, a existência de Deus e do homem, o bem e o mal, enfim tudo quanto se relacionava com as pesquisas filosóficas foi objetivo de meditação dos gregos como de nenhum outro povo. - É verdade que os hebreus tinham recebido a revelação de Deus e da sua vontade, que os gregos jamais possuíram, mas os judeus não eram dados às pesquisas, indagações, nem se interessavam pela discussão dessas questões, como fizeram os gregos. Do sexto ao terceiro século AC , um grande movimento intelectual sobre assuntos filosóficos e teológicos ocorreu entre os gregos, movimento no qual pontificaram os mais profundos e influentes pensadores do mundo, ensinando muita coisa de valor que ainda hoje perduram. O raciocínio e a curiosidade dessa gente desenvolveu-se ao máximo. Como exemplo desta influência, temos Sócrates aparecendo nas praças públicas de Atenas, a fazer perguntas e a debater assuntos e idéias que obrigavam os homens a meditar em problemas que jamais tinham entrado em sua cogitação. Esse tipo de curiosidade intelectual e esta prontidão de raciocínio, prevaleciam nos centros principais do mundo greco-romano, lugares esses que depois foram alcançados pelo Cristianismo. Os gregos fizeram outra contribuição importante ao preparar o mundo para o advento do Cristianismo, disseminando a língua em que este seria pregado ao gênero humano pela primeira vez. - Uma prova da extensão da influência do grego, vê-se no fato de que a língua mais falada nos países situados às margens do Mediterrâneo era o dialeto grego conhecido por KOINE ou dialeto "comum". Os Judeus Os hebreus, ou judeus, constituíram o povo divinamente indicado para mordomos da verdadeira religião. A missão deles foi receber de Deus uma revelação especial a respeito do próprio Deus e da sua vontade, assenhorear-se desse ensino divino à proporção que a iam recebendo numa revelação progressiva. Preservar tais ensinos na sua pureza e integridade, de modo que, na plenitude dos tempos, eles, os judeus, se constituíssem numa benção para todos os povos. Os judeus prepararam o berço do Cristianismo, fizeram preparativos para o seu nascimento e o alimentaram na primeira infância. Prepararam antecipadamente a vida religiosa em que foram instruídos o Senhor Jesus mesmo, e todos os cristãos primitivos, inclusive os apóstolos e os missionários. Em parte alguma do mundo, ao surgir o Cristianismo, havia uma vida religiosa tão pura e forte como a existente entre os melhores representantes da igreja judaica, cujas características essenciais eram duas:
Os judeus preparam o caminho para o Cristianismo porque se constituíram um Povo que aguardava um Salvador Divino. A esperança de um Messias era acariciada por todos os judeus como a mais preciosa das possessões. Jamais houve entre os demais povos uma esperança ou perspectiva do futuro comparável à esperança messiânica dos judeus. O que havia, realmente, no mundo grego e no mundo romano era uma forte dose de desespero , de cansaço e de desilusão. Os livros sagrados dos judeus foram um auxílio inestimável. O nosso velho testamento foi por eles entesourado como um relato da manifestação do próprio Deus na sua vida nacional. O Cristianismo, antes de produzir seus próprios livros, encontrou para seu uso os antigos manuscritos que foram de grande auxílio. Jesus fez uso constante do Velho Testamento para nutrir a sua própria vida e basear os seus ensinos, e , consoante seu exemplo, as Escrituras judaicas eram lidas regularmente nas reuniões de culto dos primitivos cristãos . Todos os cristãos, judeus ou não, retiraram delas instrução e inspiração incalculáveis. A Igreja Antiga Entre o ano 100 d.C. e o reinado de Constantino, o Cristianismo alcançou maravilhoso progresso. Introduziu-se em todas as classes sociais e, com o tempo, também nas paupérrimas e iletradas. Os apologistas ou defensores intelectuais do Cristianismo realizaram uma grande obra missionária. Um deles foi Justino, o Mártir (100-165). Era um grego natural da Palestina. Numa viagem encontrou-se com um notável cristão que o fez compreender que o clímax da verdade que ele procurava encontrava-se em Cristo. Outro apologista foi Tertuliano (160-320), advogado cartiginês, já em meia idade, convertido ao Cristianismo. Em muitos escritos refutou falsas acusações contra os cristãos e o Cristianismo, salientando o poder da vida cristã. Exemplo notável de mestre foi Orígenes de Alexandria (185-253). Na cultura não houve quem o superasse no seu tempo. Ele e Tertuliano foram os dois maiores homens da Igreja dos 2 e 3 séculos. Na perseguição movida pelo imperador Décio, foi vítima de grandes crueldades que apressaram sua morte. A partir de Nero ( 54-68 ) , o governo romano hostilizou tenazmente o Cristianismo, mas este era diferente das outras religiões: os crentes prestavam obediência e lealdade supremas ao seu Salvador, e para os romanos , o Estado era a suprema força, e a religião era uma forma de patriotismo. Os cristãos repudiaram os deuses antigos, cujo culto era necessário para a felicidade social. Por esta razão, eram considerados a pior classe de revolucionários, destruidores de fundamentos da civilização; não obstante serem, como afirmavam e o eram, sujeitos e obedientes às outras leis. Nesses dois séculos apareceram duas tendências que mais tarde influenciariam poderosamente a vida dos cristãos:
Nos meados do segundo século era já costume estabelecido ter-se, no dia do Senhor (domingo), uma reunião para a leitura da Escritura, oração, cântico de salmos, hinos e pregação, encerrando-se tudo com a ceia do Senhor. No fim desse século, o batismo era ministrado com um ritual elaborado. O quarto e o quinto século viram a continuação do império romano e finalmente a sua queda no ocidente. Antes de Constantino, o Cristianismo vivia em conflito com o mundo; com ele, o Cristianismo passou a dominá-lo. Logo que Constantino se constituiu patrono do Cristianismo, este tornou-se uma religião cheia de heresias e de inovações. Seus sucessores seguiram seu exemplo com mais ênfase. Eles sustentavam o Cristianismo, interferiam e exerciam autoridade nos negócios da Igreja. Poucos anos depois (380), Teodósio, imperador cristão do oriente, baixou um decreto pelo qual todos os súditos do império deveriam aceitar a fé cristã como estabelecida pelo Concílio de Nicéia. O paganismo afetou o culto cristão nesses séculos porque a Igreja viveu em meio a este paganismo até 400 d.C. - e também depois de Constantino, muitos pagões entraram na Igreja. Os santos passaram a ser pequenas divindades cuja intercessão era valiosa diante de Deus. A Igreja da Idade Média Nesta época (509 - 1073 d.C), verifica-se que o espírito de Cristo ainda operava, em virtude do esplêndido trabalhos de seus missionários. A Missão Romana e a Escocesa foram duas das mais importantes deste contexto. Neste período foi instituído o poder papal. Um fator de grande fortalecimento do poder papal foram as famosas ficções ou falsificações conhecidas como "As Falsas Decretais". A luta do Cristianismo contra o paganismo teve de ser sustentada dentro e fora da Igreja, cuja grande tarefa na Idade Média era a conquista dos bárbaros do norte e do ocidente da Europa. Esta luta foi tão dura que, o Cristianismo por certo tempo, quase foi vencido em sua própria sede. Neste período, em virtude de haver grande elemento pagão na Igreja, seu culto refletiu esta influência pagã em alto grau. O Deus revelado pelos Cristão não era o único objeto de culto, parece que os santos e a virgem demonstravam mais amor e simpatia para com o homem e estavam mais perto dele do que Deus. As relíquias ocuparam um lugar de destaque na religião popular. Objetos como ossos dos apóstolos e as cadeias com que Pedro foi algemado, eram tesouros para os possuidores e cria-se que poderiam operar milagres. Pensava-se que o mundo era cheio de maus espíritos, de demônios , cuja obra era destruir almas. Para a anular a obra deles apelava-se para a intercessão dos santos e as virtudes mágicas das santas relíquias. O Cristianismo aparece quase aniquilado, desfigurado pela imperfeição humana . Jesus Cristo, cabeça da Igreja entretanto, mostrou mais uma vez o seu poder. No século 11 apareceu na igreja do ocidente um reavivamento religioso compatível com a natureza daqueles tempos. No começo deste século, surgiu um partido reformista com o propósito de levantar a Igreja de sua decadência. A Reforma Luterana Martinho Lutero (1483-1546) entrou no mosteiro à procura de salvação, mas não encontrou paz e segurança, excedeu-se em jejuns, vigílias e flagelações. Tentou seguir o caminho de salvação segundo os ensinos da igreja medieval e descobriu que este era ineficaz para o que sua alma ansiava. Ao fim de 1512, enquanto lia a epístola aos Romanos :" Mas o justo viverá pela fé", vislumbrou a verdade que a salvação lhe pertencia simplesmente pela confiança, pela fé em Deus através de Jesus Cristo. Lutero calcou seus argumentos principalmente contra o tráfico de indulgências pregando o arrependimento do Cristão tendo seu perdão vindo diretamente de Deus. Outro reformista, João Calvino, nasceu 26 anos depois de Lutero, de modo que fazia parte da segunda geração da Reforma. Quando, onde e como Calvino se tornou protestante não se sabe ao certo, mas a mudança se deu pelas influências dos novos estudos e ensinos de Lutero. Lutero começou o movimento na cidade de Wittenberg. Esse movimento logo se estendeu para a Alemanha e disseminou-se através de pregadores luteranos para a Dinamarca, Noruega, Suécia e Hungria. Calvino liderou a Reforma na Itália e espalhou cartas para os pregadores da França, missionários para os Países Baixos. Na Escócia João Knox organizou rapidamente a Igreja Reformada Escocesa. O protestantismo luterano e reformado concordaram no princípio central : O Sacerdócio de todos os crentes, a possibilidade do pecador dirigir-se à Deus, pessoalmente, sem intermediários, exceto Jesus Cristo. O princípio básico do protestantismo reformado era o de que a vontade de Deus, revelada na Bíblia, devia ser realizada. O Cristianismo resistiu a dissoluções, perseguições, era da razão, restaurações, revoluções e chegou ao reavivamento no sec. 18, quando surgiu João Wesley, homem que Deus levantou para sacudir a vida religiosa da Inglaterra. Um dos resultados foi a formação duma nova igreja, a Metodista. Outro resultado ainda maior foi o despertamento espiritual da Inglaterra que afastou da Igreja o desinteresse e indiferença característico do sec 18. No início do sec 19 o protestantismo alemão foi muito enfraquecido, cedo porém, surgiu um poderoso avivamento na religião. O principal aspecto deste reavivamento foi um grande incremento do estudo da teologia e da Bíblia. Em 1873 o governo deu nova constituição às igrejas evangélicas da Prússia, que então abrangia dois terços do Império Alemão. Um dos resultados principais da vida religiosa na Inglaterra durante esse século, foi o desenvolvimento das igrejas livres: Batistas, Congregacionais, Metodistas, Presbiterianas, Sociedades dos Amigos e outras comunidades menores. As missões cristãs no sec.19 ajudaram a expansão mais rápida do Cristianismo do que em qualquer outro tempo da história. A Bíblia e a literatura Cristã também foram grandemente difundidas e Espalhadas ainda mais com abertura de trabalhos no Japão, China , Índia e África. Um movimento significativo na história da Igreja Romana, no início do sec 20, foi o Modernista e a sua supressão, movimento que surgiu depois de 1890. No que se refere ao movimento para a unidade Cristã do sec 20, a Igreja Romana tem tornado bem claro que ela não reconhece, de modo algum, como cristãs, as outras igrejas. As igrejas protestantes sobreviveram às terríveis condições resultantes da Primeira Guerra Mundial e, ao fim do decênio 1920/30, apresentaram considerável vitalidade. Na França, em 1905-1907 foi organizada uma Federação das Igrejas Protestantes incluindo, além das Reformadas as Luteranas, Evangélicas Livres, Batistas e Metodistas. Adiada por causa da guerra, a Conferência Mundial sobre a Fé e Ordem finalmente se reuniu em 1927 na Suíça. A esta conferência acorreram grandes representações das Igrejas Cristãs, no propósito de fortalecer a união entre todas, exceto a Igreja Romana. Já na América, o movimento de Unidade Cristã tornou-se mais forte do que no resto do mundo cristão. Surgiram nos EUA muitas federações de igrejas e isto contribuiu para fortalecer a obra inter-denominacional. Verificam-se cinco importantes uniões eclesiásticas: as Igrejas Congregacionais com as Cristãs em 1931; os Ortodoxos com os irmãos Hiscksitas, em 1933; os Evangélicos com as Igrejas Reformadas Alemãs em 1934; os Metodistas do Norte com os do Sul em 1939. O Movimento Ecumênico tem sido uma força considerável nos EUA. Apesar de tudo, não se tem verificado nenhum passo atrás no propósito missionário das igrejas. Nem tão pouco há qualquer passo `a retaguarda no que diz respeito para com a sociedade. Há, de fato, menos confiança no que o homem pode fazer e um sentimento mais forte de dependência de Deus. Há igualmente uma visão mais clara do mal do mundo. Porém, mesmo nos tempos da tragédia e ruína, as igrejas mantêm seu propósito de lutar pela realização da vontade de Deus na vida humana. ASPECTOS HISTÓRICOS DE ISRAEL Os tempos Bíblicos - A história judaica começou há mais ou menos 4000 anos com o patriarca Abraão, seu filho Isaac e seu neto Jacob. Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés que , segundo a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para tirar seu povo do Egito e retornar à Terra de Israel. Durante quarenta anos eles vagaram no deserto do Sinai, tornando-se uma nação; lá receberam o Torá (o pentateuco), que inclui os dez mandamentos e deram a forma e conteúdo à sua fé monoteísta. Períodos de relativa paz se alternavam com tempos de guerra, durante os quais o povo se unia em torno de líderes conhecidos como juízes, escolhidos pelas habilidades políticas e militares e por suas qualidades de liderança. O reinado do primeiro Rei Saul (c.1020 a E.C) , permitiu a transição entre esta organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor. O Rei David (c.1004-965 a E.C) fez de Israel uma das potências da região através de bem sucedidas expedições militares, entre as quais a derrota dos filisteus. David foi sucedido por seu filho Salomão(c.965-930) que consolidou ainda mais o reino. O final do reino de Salomão foi marcado por descontentamento das camadas mais pobres da população, que tinham que pagar pesados impostos para financiar seus planos ambiciosos. O Reino de Israel, com sua capital Samaria, durou mais de 200 anos, e teve 19 reis; o Reino de Judá sobreviveu 350 anos, com sua capital, Jerusalém, e teve o mesmo número dos reis, todos da linhagem de David. O Reino de Israel foi destruído pelos assírios (722 aE.C) e seu povo exilado e esquecido. Uns cem anos depois, a Babilônia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria de seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 aE.C) . A conquista babilônica foi o fim do primeiro estado judaico (período do Primeiro Templo), mas não rompeu a ligação do povo judeu com sua terra. Às margens dos rios da Babilônia, os judeus assumiram o compromisso de lembrar para sempre sua pátria: "Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria"( Sal 1337:5-6) Principais Momentos Históricos sec XVII- VI aE.C. ÉPOCA BÍBLICA c. sec.XVII - Abraão, Isaac e Jacob - Os partriarcas do povo judeu e crentes no Deus Único estabelecem-se na Terra de Israel. A fome força os Israelitas a emigrar para o Egito. c.sec.XIII - Êxodo dos israelitas, que deixam o Egito conduzidos por Moisés e vagam no deserto durante 40anos. A Torá , que inclui os Dez Mandamentos, é recebida no Monte Sinai. Sec.XIII-XII - Os israelitas se instalam na Terra de Israel. 1020 - A monarquia judaica e estabelecida; Saul é o primeiro rei. 1000 - Jerusalém torna-se a capital do reino de David. c. 960 - O primeiro Templo, centro nacional e espiritual do povo judeu, é construído em Jerusalém pelo Rei Salomão. c. 930 Divisão do reino: Judá e Israel. 722-720 - O reino de Israel é destruído pelos assírios; 10 tribos exiladas ( As "Dez Tribos Perdidas") 586 - O reino de Judá é conquistado pela Babilônia. Jerusalém e o primeiro Templo destruídos; a maioria dos judeus é exilada . 538-142 - Períodos persa e helenístico 538-515 - Muitos judeus retornam da Babilônia; o Templo é reconstruído. 332 - Alexandre Magno conquista o país; domínio helenístico. 166-160 - Revolta dos Macabeus ( Hasmoneus ) contra as restrições à prática do judaísmo e a profanação do Templo 142-129 - Autonomia judaica sob a liderança dos Hasmoneus 129-63 - Independência judaica sob a monarquia dos Hasmoneus 63 - Jerusalém capturada pelo general romano Pompeu ( E. C. - Era Comum ) - 63 a .E.C.- Domínio Romano 63-4 a E.C. O rei Herodes, vassalo romano, governa a Terra de Israel. O Templo de Jerusalém é reformado c.20-33 Ministério de Jesus de Nazaré O nascimento de Jesus foi um momento decisivo. Pela sua morte temos a opção da salvação atingindo os gentios iniciando o cumprimento do Gênesis pela promessa de Abraão. De lá para cá a opção dos judeus determinou que o evangelho viesse para nós cumprindo inconscientemente a promessa. Sendo assim, o povo judeu, benção para todas as nações : "Ele veio para os que eram seus e eles não o receberam". Os apóstolos tinham a perfeita visão do que era a Igreja de Cristo, mas com sua morte, durante os séculos esta visão foi distorcida e culminou com a transformação da Igreja em Estado por Constantino. Nos nossos dias, atualmente quando o Cristianismo volta a tomar fôlego, nós temos a volta do Estado de Israel e, como o relógio de Deus espelha-se nas profecias cumpridas, cremos que a Igreja Cristã vai entrar em seu apogeu aguardando a segunda vinda de Cristo.
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